Programa Recorpore Reorganização Mecânica Corporal Global

O Programa de Ortopedia e Reabilitação Funcional Integrada é o tratamento de uma lesão localizada, conservadora ou cirurgicamente... Saiba Mais

Clínica Ortopédica Hélio Sardas

Há 14 anos trabalha como ortopedista  e generalista com a configuração de conceitos da ligação das doenças e lesões ortopédicas e com todos estes métodos ditos posturais ,com a constatação que quando bem utilizados ,vão muito além disto. Saiba Mais

37 Anos de Experiêcia em Ortopedia

Ortopedia e Traumatologia Geral
Atuamos em todas as áreas da especialidade há 37 anos, clínica e cirurgica.
Atuamos também com sub – especialidades direcionadas a todos os segmentos.
Profissionais altamente  Saiba Mais

Área de Atuação

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Ortopedia Funcional

Há 12 anos, baseado em novos conceitos criamos avaliações com nova abordagem, vendo o paciente como um todo, calcados em lesões de movimentos e voltados a métodos corretivos posturo - corporais. Criamos o centro de avaliação e tratamento funcional.

Desenvolvemos diagnósticos clínicos e radiológicos que fogem aos padrões convencionais, assim como os tratamentos, voltados para o paciente como um todo no aspecto ortopédico.

Reabilitação → Reorganização Mecânica Global
Reabilitação Funcional voltada à interpretação e tratamento das causas globais, nos pacientes e nunca somente no foco de lesão ou queixa.

Metodologia de Avaliação Ortopédica e Reabilitação calcada em Métodos Posturo-corporais Descontrução

Técnica individual de alongamento postural por nós utilizada com modificações tanto na freqüência como na técnica em si.

A nosso ver pode ser utilizada como etapa flexibilizadora e de alinhamento, mas, nunca se atingindo a correção mecânica definitiva.

Faz parte de um contexto muito mais amplo da correção, para eliminação de lesões. Requer gerenciamento médico.

Artigos Recentes

A Avaliação

A nosso ver:


A avaliação ortopédica no sentido mais amplo, precisa se
tornar mais rígida, abrangente, num momento de vida que “TODOS” fazem atividades
esportivas, crianças, adolescente, adultos e idosos.

Deve-se iniciar um novo ciclo consensual de que crescer “ARRUMADOS”
e funcionantes é fundamental no decurso de vida, também esportiva, para
obtenção não só de saúde, como de se evitarem lesões. É a definição de ortopedia:
Crianças crescerem retas.

Deve-se ter à mão, protocolos vindos da infância de avaliação
e seguimentos de pessoas. Protocolos médicos.

Em escolas, clubes, centros esportivos formadores de atletas,
para que se preparem corporalmente um futuro esportista ou indivíduo no sentido
mais amplo.

Tudo evolui; e não são somente programas computadorizados de
avaliações de atletas ou não.

Há de se mudar conceitos!

Que se criem muitos mais métodos, mas embasados em técnica,e
que todos eles se acoplem,em resultados.

Sem vaidades ou mercantilismos.

As pessoas não podem ser orientadas aleatoriamente.

Ora por um médico, outra por  fisioterapeuta, educador físico ou técnicos de
modalidades.

A busca de performance,eficiência,ausência de lesões passa
necessariamente por programas multiprofissionalmente elaboradas.

Que se busque a “PERFEIÇÃO CORPORAL”, baseado em técnica e
conceito.

“PACOTES” de conceitos, à nosso ver,estão sendo utilizados!

Creio que é preciso reembrulhar “PACOTES”!

Existe técnica para isso. Basta querer ver!

Lesões Esportivas?

Lesões Esportivas?

Nunca nos ativemos especificamente a área,como ortopedistas.

Mas...com certeza vivemos uma “epidemia”de lesões na área ,dentro de nossas clínicas.

Faça esporte!Pratique atividades físicas!

É o que dizemos todos nós, médicos, nutricionistas, clínicos e a mídia de forma quase
impositiva.

Será que as lesões laborativas(LER,por exemplo) não são também atividades físicas?

Andar na rua, também não seria?

Usar bicicleta?Nadar socialmente?Sentar, agachar, levantar?

Atletas são só os de alta performance?

E estes,diferem em que  dos seres comuns e
“normais”?

Seu médico,sabe tecnicamente o que você faz diariamente?Certamente não.

A preparação e avaliação cardio respiratória (que é o que fazem ,quando fazem) é suficiente
para se iniciar uma prática “esportiva”?

QUEM EXECUTA O MOVIMENTO HABITUAL,LABORATIVO,ESPORTIVO É O SISTEMA  MÚSCULO ESQUELÉTICO .

ELE PRECISA SER LEVADO À SÉRIO!!

90% Da população apresenta alterações músculo esqueléticas  sistêmicas,mecano –estruturais,mecano–posturais.

Basta  se avaliar adequada e rigorosamente para comprovarmos isso.É o que vivemos em nosso trabalho médico diário.Há muitos anos.

Para isso, é necessário, desprendimento mercantilista,seriedade  e conhecimento técnico.

Os modismos técnicos,lúdicos e sociais, vão “carregando” pessoas de todas faixas etárias ,para os consultórios ortopédicos .................depois da lesões!!!

Caso nós médicos ampliássemos nossa visão de tratamento e “treinamento”,com nossa visão atual,com certeza isto não aconteceria!A nosso ver errados são os conceitos!

Os 90% citados acima, são reais e estatísticos.

Portanto 90% estão potencialmente propensos a lesões e não atingir ou ter que interromper atividades físicas, terapêuticas ou lúdicas. Simplesmente por corpos preparados para uma lesão.

A“imperfeição” corporal, nos leva ergo genicamente à perda de performance.

A rigidez e desalinhamento esquelético, nos leva a lesões. (Estamos corporalmente prontos para isso, em um simples gesto).

Funcionamos sagitalmente (sentido longitudinal) ↓ ↑

A aposição muscular desordenada de musculatura ,que não seja de forma equilibrada  e racional,nos leva  à forças de cisalhamento corporais!Totalmente inadequada!

A qualidade  da fibra muscular ,naquele momento ,há de ser avaliada,naquele corpo,naquele momento e como vai ser feito sua manipulação.

Diante disso tudo, englobe-se:displicência de avaliação,”urgência”de atividades em corpos despreparados ,entusiasmo social
com a atividade →lesões.

Para - se tudo, cura-se a “lesão”,e voltamos à fortalecer estruturas desalinhadas.Ah,nos esquecemos dos exames sofisticados e anti inflamatórios !

Uso sempre (Piegas?). Esta frase:


Não construa muros em alicerces tortos!!!


Pense nisso tudo!!!


Continuaremos no próximo “capitulo”

Avaliações e tratamentos sob nova abordagem.